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Petrobras evita pacto para reduzir emissões de gás carbônico

Jornal do Brasil/Reportagem Sabrina Lorenza
As maiores petroleiras do mundo, inclusive a Petrobras, evitaram o Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) para a redução de emissões de gás carbônico. Segundo informações preliminares do mercado, apenas a espanhola Repsol, entre as grandes do setor, teria assinado o acordo subscrito por 153 companhias. Em comunicado divulgado ontem à noite, a Petrobras informa que 153 das mais de 3.800 empresas que aderiram ao pacto desde a sua criação, em 2000, assinaram o documento. O diretor executivo do Pacto Global da ONU, Georg Kell, formalizou nesta semana à Petrobras a proposta que prevê redução de gás carbônico sem metas estabelecidas, durante a Conferência de Líderes do Pacto Global, em Genebra, na Suíça.

" Uma coisa é um banco reduzir emissões de carbono, outra é uma empresa de petróleo. A realidade é muito diferente", disse o presidente da estatal, Gabrielli, por meio da assessoria de imprensa. " A declaração é importante porque avança em vários temas ligados à mudança climática, mas devemos considerar que existem diferentes realidades empresariais e sociais. A Petrobras é uma empresa de energia cujo principal produto é o petróleo, um hidrocarboneto", acrescentou.

Os investimentos da Petrobras para aumentar a produção chegam a US$ 87 bilhões no prazo de quatro anos. Deste total, US$ 700 milhões serão para plantas de biodiesel, produção de HBIO, alcooldutos, energia eólica e solar, entre outras fontes de energias renováveis.