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Hemisfério Sul debate direitos humanos
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento/Por Talita Berdinelli da Prima Página Colóquio em São Paulo reúne, em novembro, ativistas e acadêmicos da América Latina, África e Ásia; inscrições vão até 5 de agosto
Um colóquio que acontecerá em novembro em São Paulo vai reunir ativistas e acadêmicos do Hemisfério Sul (América Latina, África e Ásia) ligados aos direitos humanos para discutir as novas diretrizes desenvolvidas por organismos internacionais e as dificuldades dos órgãos que atuam na área. Os interessados podem se inscrever até 5 de agosto e terão de participar de uma seleção, que escolherá 60 pessoas e levará em consideração a nacionalidade e a área de atuação, entre outras coisas.
O evento, chamado 7º Colóquio Internacional de Direitos Humanos , será realizado entre 3 e 10 de novembro e discutirá o novo Conselho de Direitos Humanos da ONU e as novas convenções, normas e protocolos sobre temas como tortura, direitos dos deficientes físicos e desaparição forçada. As conferências também debaterão a importância do acesso à Justiça para a mudança social e o aprimoramento da infra-estrutura das organizações que atuam em prol dos direitos humanos.
“O colóquio traz apresentações relacionadas com os temas mais novos da área. No ano passado, falamos sobre o Conselho [de Direitos Humanos da ONU], mas, desde então, mudaram algumas regras. Outras convenções também foram assinadas pelos países. Queremos que as pessoas avaliem se esses instrumentos são importantes para o trabalho que executam e mostrar como eles podem ser usados”, afirma uma das organizadoras do evento, Juana Kweitel, que também é coordenadora do Programa Sul-Global da organização não-governamental Conectas, uma das organizadoras do colóquio.
A programação do evento inclui ainda palestras, oficinas e grupos de trabalhos. “Vamos discutir bastante a questão do litígio e da própria organização das instituições. Às vezes, a militância é tão grande que as pessoas acabam esquecendo que é muito importante se organizar. Vamos abordar desde a formação de arquivos até a capacitação de recursos e como fazer projetos”, diz Juana. Segundo ela, um dos destaques deste ano será uma palestra que ensinará a organizar campanhas de direitos humanos.
A primeira edição do colóquio foi realizada em São Paulo, em 2001. Segundo a Conectas, os encontros, que são anuais, já reuniram cerca de 600 ativistas e acadêmicos de mais de 40 países da América Latina, África e Ásia. No ano passado, participaram 58 pessoas, selecionadas entre 320 inscritos.
As pessoas escolhidas para tomar parte do colóquio terão de fazer algumas tarefas antes, o que inclui a leitura de, em média, 50 páginas diárias de textos. Depois, deverão responder a algumas questões sobre o que foi lido e enviar perguntas para os palestrantes.
Um colóquio que acontecerá em novembro em São Paulo vai reunir ativistas e acadêmicos do Hemisfério Sul (América Latina, África e Ásia) ligados aos direitos humanos para discutir as novas diretrizes desenvolvidas por organismos internacionais e as dificuldades dos órgãos que atuam na área. Os interessados podem se inscrever até 5 de agosto e terão de participar de uma seleção, que escolherá 60 pessoas e levará em consideração a nacionalidade e a área de atuação, entre outras coisas.
O evento, chamado 7º Colóquio Internacional de Direitos Humanos , será realizado entre 3 e 10 de novembro e discutirá o novo Conselho de Direitos Humanos da ONU e as novas convenções, normas e protocolos sobre temas como tortura, direitos dos deficientes físicos e desaparição forçada. As conferências também debaterão a importância do acesso à Justiça para a mudança social e o aprimoramento da infra-estrutura das organizações que atuam em prol dos direitos humanos.
“O colóquio traz apresentações relacionadas com os temas mais novos da área. No ano passado, falamos sobre o Conselho [de Direitos Humanos da ONU], mas, desde então, mudaram algumas regras. Outras convenções também foram assinadas pelos países. Queremos que as pessoas avaliem se esses instrumentos são importantes para o trabalho que executam e mostrar como eles podem ser usados”, afirma uma das organizadoras do evento, Juana Kweitel, que também é coordenadora do Programa Sul-Global da organização não-governamental Conectas, uma das organizadoras do colóquio.
A programação do evento inclui ainda palestras, oficinas e grupos de trabalhos. “Vamos discutir bastante a questão do litígio e da própria organização das instituições. Às vezes, a militância é tão grande que as pessoas acabam esquecendo que é muito importante se organizar. Vamos abordar desde a formação de arquivos até a capacitação de recursos e como fazer projetos”, diz Juana. Segundo ela, um dos destaques deste ano será uma palestra que ensinará a organizar campanhas de direitos humanos.
A primeira edição do colóquio foi realizada em São Paulo, em 2001. Segundo a Conectas, os encontros, que são anuais, já reuniram cerca de 600 ativistas e acadêmicos de mais de 40 países da América Latina, África e Ásia. No ano passado, participaram 58 pessoas, selecionadas entre 320 inscritos.
As pessoas escolhidas para tomar parte do colóquio terão de fazer algumas tarefas antes, o que inclui a leitura de, em média, 50 páginas diárias de textos. Depois, deverão responder a algumas questões sobre o que foi lido e enviar perguntas para os palestrantes.
