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Campanha publicitária alerta contra o trabalho infantil em semáforos
Agência de Notícias dos Direitos da Infância • A iniciativa é da Fundação Projeto Travessia
• As peças foram criadas pela Agnelo Pacheco Comunicação
A campanha lançada pela Fundação Projeto Travessia apresenta três anúncios de jornal. As mensagens buscam despertar a atenção das pessoas para o problema das crianças e adolescentes que trabalham nos grandes cruzamentos da cidade de São Paulo, pedindo esmola ou vendendo produtos nos semáforos.
Os anúncios exibem o rosto de pequenos malabaristas de farol que deveriam estar lendo, estudando ou simplesmente brincando. E levantam o debate sobre a questão, enfatizando que “O trabalho infantil só ocorre por falta de políticas públicas eficientes de inclusão social”.
No esforço de comunicação publicitária, uma equação revela o problema de forma clara e direta: “Fábio trabalha três horas no farol. Se uma aula de física leva 45 minutos, quantas aulas ele perdeu hoje?”, diz um dos anúncios. Nos outros textos a denúncia é feita através de cálculos fáceis: “Bruna fica no farol 12 horas por dia. Se ela leva seis horas para ler um livro, quantos livros ela poderia ter lido nos últimos dois anos?" e “Pedro perde 12 horas com as bolinhas. Se ele dorme oito horas e estuda quatro, quanto tempo sobra para ele brincar?".
As peças foram desenvolvidas voluntariamente pela Agnelo Pacheco Comunicação. A criação é de Guga Lemes e Alex Gris. A fotografia é de Luís Prado. Os anúncios foram publicados inicialmente no jornal “O Estado de S.Paulo” e poderão ser veiculados em outros veículos através de colaboração voluntária para que as mensagens se destaquem na mídia.
Sobre a Fundação Projeto Travessia
A missão da entidade, atuante desde 1995, é defender os direitos das crianças e adolescentes – principalmente aqueles em situação de risco social – contra toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. A Fundação atende e acompanha famílias, meninos, meninas e jovens, por meio de programas de inclusão e formação profissional. Todos que quiserem ajudar esse trabalho podem fazer doações à organização. Mas informações no site www.travessia.org.br.
Informações:
Lúcia Pinheiro- Coordenadora Geral da Fundação Projeto Travessia (11) 2117-1059 / 9114-1083 Ariel de Castro Alves- Assessor Jurídico da Fundação Projeto Travessia e Conselheiro do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente).(11) 9127-5341 / 2117-1059
• As peças foram criadas pela Agnelo Pacheco Comunicação
A campanha lançada pela Fundação Projeto Travessia apresenta três anúncios de jornal. As mensagens buscam despertar a atenção das pessoas para o problema das crianças e adolescentes que trabalham nos grandes cruzamentos da cidade de São Paulo, pedindo esmola ou vendendo produtos nos semáforos.
Os anúncios exibem o rosto de pequenos malabaristas de farol que deveriam estar lendo, estudando ou simplesmente brincando. E levantam o debate sobre a questão, enfatizando que “O trabalho infantil só ocorre por falta de políticas públicas eficientes de inclusão social”.
No esforço de comunicação publicitária, uma equação revela o problema de forma clara e direta: “Fábio trabalha três horas no farol. Se uma aula de física leva 45 minutos, quantas aulas ele perdeu hoje?”, diz um dos anúncios. Nos outros textos a denúncia é feita através de cálculos fáceis: “Bruna fica no farol 12 horas por dia. Se ela leva seis horas para ler um livro, quantos livros ela poderia ter lido nos últimos dois anos?" e “Pedro perde 12 horas com as bolinhas. Se ele dorme oito horas e estuda quatro, quanto tempo sobra para ele brincar?".
As peças foram desenvolvidas voluntariamente pela Agnelo Pacheco Comunicação. A criação é de Guga Lemes e Alex Gris. A fotografia é de Luís Prado. Os anúncios foram publicados inicialmente no jornal “O Estado de S.Paulo” e poderão ser veiculados em outros veículos através de colaboração voluntária para que as mensagens se destaquem na mídia.
Sobre a Fundação Projeto Travessia
A missão da entidade, atuante desde 1995, é defender os direitos das crianças e adolescentes – principalmente aqueles em situação de risco social – contra toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. A Fundação atende e acompanha famílias, meninos, meninas e jovens, por meio de programas de inclusão e formação profissional. Todos que quiserem ajudar esse trabalho podem fazer doações à organização. Mas informações no site www.travessia.org.br.
Informações:
Lúcia Pinheiro- Coordenadora Geral da Fundação Projeto Travessia (11) 2117-1059 / 9114-1083 Ariel de Castro Alves- Assessor Jurídico da Fundação Projeto Travessia e Conselheiro do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente).(11) 9127-5341 / 2117-1059
