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Uso de tecnologias é estimulado como subsídio em sala de aula

Assessoria de Imprensa da SEED
O uso da tecnologia na educação foi um dos temas abordados nesta quinta-feira, dia 5, no Congresso Internacional E-learning Brasil 2007, em São Paulo. O Ministério da Educação incentiva a adoção das tecnologias de informação e comunicação como subsídio para que os professores desenvolvam um trabalho de qualidade, sem perder de vista que elas jamais substituirão o professor em sala de aula e que essas tecnologias devem ser aplicadas no aprimoramento da educação a distância.

A utilização das tecnologias foi um dos temas abordados no congresso pelo diretor de políticas em educação a distância da Secretaria de Educação a Distância (Seed/MEC), Hélio Chaves Filho. Outro ponto exposto por Chaves Filho foi a necessidade de vencer o preconceito quanto à inserção da educação a distância no Brasil, o que ocorre muitas vezes porque instituições sem infra-estrutura funcionam como pólo de apoio a cursos e, assim, distorcem a imagem da modalidade. “A visão de que é baixa a qualidade de ensino dos cursos a distância precisa ser mudada. Estamos investindo em programas, trabalhando na capacitação para que a educação a distância se desenvolva e seja de tanta qualidade quanto um curso presencial”, ressalta.

Segundo dados do MEC, apenas 30% da população brasileira tem acesso ao ensino superior. Os outros 70% não contam com oferta regular de ensino. O sistema Universidade Aberta do Brasil pretende atender essa demanda e projeta a oferta de um milhão de vagas até 2010. Somente este ano, a UAB vai oferecer 60 mil vagas, distribuídas entre os 292 pólos.

No ano passado, 2,2 milhões de brasileiros freqüentaram algum curso a distância. Isso significa que, em 2006, uma em cada 80 pessoas foi usuária da modalidade.